ESTADO FÍSICO E APARÊNCIA: Metal de cor cinzenta e aspecto lustroso (resumindo... são feios).
ODOR:Inodoro (pelo menos antes de começarem a correr).
NUMERO ATÓMICO: 24 (grande coisa, o meu é o 72)
MASSA ATÓMICA RELATIVA: 51,996 (... é relativo)
PONTO DE FUSÃO: 1900ºC (Aposto que não chegam aos 100ºC)
PONTO DE EBULIÇÃO: 2642ºC (pelo que ouvi, entram em ebulição a temperaturas bastante mais baixas).
ESTADOS DE OXIDAÇÃO POSSIVEIS: Ocorre nos estados de oxidação de -2 a +6, mas apenas o estado elementar, o +2, o +3 e o +6 são comuns (os outros não jogam nada).
SOLUBILIDADE: Solúvel em ácidos excepto nítrico e em soluções fortemente alcalinas. Insolúvel na água (alguém leve ácido).
Posicionamento em campo:

"Tratamento":
"Caso se trate de queimaduras ou lesões externas por contacto com ácido crómico estas devem ser tratadas com uma solução de hipossulfito de sódio ou com um unguento de EDTA (10%). A protecção da pele é conseguida pela administração de solução de EDTA (10%) ou ainda de ácido ascórbico a (10%). Está provado que o ácido ascórbico melhora os efeitos da exposição humana ao crómio e ainda que reduz a toxicidade derivada da ingestão de cromatos funcionando como redutor do crómio VI a crómio III, a forma menos tóxica para a mucosa gastrointestinal.
No caso de ingestão de ácido crómico, sais de crómio ou trióxido de crómio, o paciente deve beber qualquer tipo de emulsão/solução que permita a diluição do agente intoxicante. A diluição do agente ingerido é apropriada especialmente se este apresenta um pH muito alto ou baixo. Pode utilizar-se água ou outros agentes diluentes como o leite. O uso de outros compostos (anti-ácidos e amido de milho) em adição aos usados na diluição é recomendado, ainda que os efeitos benéficos não estejam completamente comprovados. Como já foi referido o ácido ascórbico tem efeitos benéficos nestas situações e a NAC (N-acetilcisteína) aumenta a clearance de crómio e reverte a oligúria comum nestas intoxicações. O tratamento deste tipo de intoxicação envolve lavagem gástrica, diurese alcalina e hemodiálise caso haja falha renal. Não se deve induzir o vómito devido aos potenciais efeitos corrosivos dos compostos de crómio e rápida deterioração do estado de saúde do paciente.
Para os casos de úlceras provocadas pela ingestão de crómio ainda não foi encontrado nenhum tratamento eficaz.
Por último, o tratamento dos casos de envenenamento crónico vai ser variado e adaptado às lesões decorrentes do mesmo. Assim, as dermatites podem ser tratadas com solução de acetato de alumínio (1%) utilizando para o efeito um pano humedecido com a mesma. Os danos hepáticos são tratados com uma dieta rica em hidratos de carbono, proteínas e vitaminas. Os ataques de asma devem ser tratados da mesma forma que outros ataques de asma que não tenham origem na inalação de crómio.
Em qualquer dos casos de intoxicação seja ela crónica ou esporádica há que manter o balanço hidrosmótico do paciente e há alguns parâmetros que devem ser monitorizados como: presença de hemorragias gástricas ou intestinais, metahemoglobinemia, hemólise, coagulopatias, ataques cardíacos ou disfunções pulmonares."
Este é o tipo de análise que o nosso "mister" devia fazer a todos os nossos adversários. Em vez de andares com essas mariquices do "el matador" vê lá se começas a trabalhar em prol da equipa!
Abraços,
DM
1 comentário:
Parabéns pelo humor e por terem o espírito que mais se adequa ao torneio.
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